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França tem nova onda de protestos, com 70 mil policiais nas ruas e museus fechados

Manifestações contra o custo de vida e em apoio a estudantes levaram o governo a fechar o Louvre e o Orsay; 135 pessoas foram presas.

Publicado em 24/10/2026 14h11 · Por
Pirâmide do Museu do Louvre, em Paris
Foto: Benh Lieu Song/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A França viveu neste sábado (24) uma nova onda de protestos sob forte esquema de segurança. As manifestações, convocadas pelo movimento dos “coletes amarelos”, foram contra o aumento do custo de vida e em apoio a estudantes do ensino médio, que pedem melhores condições nas escolas desde o fim de setembro.

O governo mobilizou cerca de 70 mil policiais, com unidades de elite, militares, blindados e helicópteros. Até a tarde, 135 pessoas tinham sido presas, e a polícia apreendeu bolas de metal, fogos de artifício e um facão.

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Pirâmide do Museu do Louvre, em Paris
Pirâmide do Museu do Louvre, em Paris. Foto: Benh Lieu Song/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Museus fechados e toque de recolher

  • Louvre, Orsay, Museu Picasso e a Ópera de Paris fecharam temporariamente.
  • Blindados protegeram o Palácio do Eliseu e a Assembleia Nacional.
  • Bairros de grandes cidades estão sob toque de recolher noturno desde 19 de outubro.
  • Em Lyon, a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar cerca de 150 pessoas.

Na semana anterior, os protestos reuniram entre 550 mil e 800 mil pessoas, e quase 3 mil estabelecimentos foram saqueados ou depredados. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, prometeu ser “intransigente”. O presidente Emmanuel Macron deixa o cargo em maio, e a eleição presidencial acontece daqui a seis meses.

Com informações de AFP, via Jovem Pan. Leia na Jovem Pan.

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