A França viveu neste sábado (24) uma nova onda de protestos sob forte esquema de segurança. As manifestações, convocadas pelo movimento dos “coletes amarelos”, foram contra o aumento do custo de vida e em apoio a estudantes do ensino médio, que pedem melhores condições nas escolas desde o fim de setembro.
O governo mobilizou cerca de 70 mil policiais, com unidades de elite, militares, blindados e helicópteros. Até a tarde, 135 pessoas tinham sido presas, e a polícia apreendeu bolas de metal, fogos de artifício e um facão.

Museus fechados e toque de recolher
- Louvre, Orsay, Museu Picasso e a Ópera de Paris fecharam temporariamente.
- Blindados protegeram o Palácio do Eliseu e a Assembleia Nacional.
- Bairros de grandes cidades estão sob toque de recolher noturno desde 19 de outubro.
- Em Lyon, a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar cerca de 150 pessoas.
Na semana anterior, os protestos reuniram entre 550 mil e 800 mil pessoas, e quase 3 mil estabelecimentos foram saqueados ou depredados. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, prometeu ser “intransigente”. O presidente Emmanuel Macron deixa o cargo em maio, e a eleição presidencial acontece daqui a seis meses.
Com informações de AFP, via Jovem Pan. Leia na Jovem Pan.
