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Política

Flávio Bolsonaro diz que é ‘impossível reconhecer’ o resultado da eleição após derrota para Lula

Senador critica decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, que prorrogou a votação até as 19h. Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos.

Publicado em 25/10/2026 23h52 · Por
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Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado no segundo turno da eleição presidencial deste domingo (25), afirmou que não reconhece o resultado da disputa. Segundo ele, é “impossível reconhecer” a vitória do presidente Lula (PT), que foi reeleito para o quarto mandato.

O que disse o senador

Flávio classificou como anormal e inaceitável a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou a votação em todo o país das 17h para as 19h. Para o senador, a medida mudou as regras durante o processo eleitoral — “muda a regra do jogo no meio do jogo”, afirmou.

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Ele também questionou a imparcialidade de Zanin, que foi advogado de Lula antes de ser indicado ao STF, e disse que o ministro teria atendido a um pedido feito por um ex-sócio de seu antigo escritório de advocacia.

A prorrogação

A extensão do horário foi pedida pela campanha de Lula, que relatou problemas no transporte público no dia da eleição, e foi seguida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, que manteve as seções abertas até as 19h. O Ministério Público Eleitoral havia se manifestado contra a prorrogação. Antes da decisão, a campanha de Flávio também tinha pedido mais duas horas de votação em 17 cidades de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina.

O resultado

Com praticamente todas as urnas apuradas, Lula teve cerca de 51,8% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio, uma diferença de mais de 4 milhões de votos. O resultado oficial é proclamado pelo TSE, e a posse do presidente eleito está prevista para 5 de janeiro de 2027.

Até a publicação desta reportagem, não havia manifestação do STF ou do TSE sobre as declarações do senador. O espaço segue aberto.

Foto: Senado Federal/Wikimedia Commons (CC BY 2.0).

Fonte(s): Jovem Pan e TSE.

Texto produzido com auxílio de IA e revisado pela redação.

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