Os tribunais regionais eleitorais (TREs) definiram no sábado (24) as urnas eletrônicas que passam por auditoria neste domingo (25), dia do segundo turno. Os equipamentos foram escolhidos por sorteio ou por indicação de representantes de partidos e de entidades fiscalizadoras.
No Paraná, assim como no Rio Grande do Sul, em Pernambuco e no Ceará, foram selecionadas 35 urnas: 27 para o teste de integridade e 8 para o teste de autenticidade. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, foram 43 urnas em cada estado (33 e 10). Em Roraima, 20 passam pelo teste de integridade e 3 pelo de autenticidade.
Como funcionam os testes
No teste de integridade, as urnas das seções sorteadas são trocadas por equipamentos reserva, e as originais ficam guardadas em sala lacrada. Representantes dos partidos e dos órgãos fiscalizadores preenchem cédulas de papel, que são depositadas em urnas de lona lacradas. No domingo, servidores do Judiciário e do Ministério Público digitam esses votos nas urnas eletrônicas e, no fim, comparam o resultado impresso com o das cédulas. Parte dos testes é feita com eleitores voluntários, que liberam o voto com a biometria.
O teste de autenticidade é feito nas próprias seções, antes do início da votação, para confirmar que as urnas rodam exatamente o software aberto, compilado, assinado e lacrado pelo TSE.
A auditoria é acompanhada por OAB, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Federal, CGU, TCU e parlamentares. No sábado, o TSE também verificou os sistemas de totalização e informou que não encontrou alterações nos programas.
Texto produzido com auxílio de IA e revisado pela redação. Fonte: Jovem Pan, com informações da Agência Brasil.
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